Certo ou errado. Não felicidade.

How-to-Gain-Respect-8-Ways-to-Command-More-of-it-a

Num destes dias, uma profissional dizia-me “O que está certo, estará sempre certo, mesmo que ninguém o faça e o que está errado, estará sempre errado, mesmo que todos o façam” e ali naquele momento, ainda que conscientemente eu saiba que é uma escolha que temos de alguma forma fazer todos os dias, eu percebi o quanto nos esquecemos (ou queremos esquecer) de fazer o que está certo, o que é ético e corresponde à nossa moral, ou da nossa comunidade social.

Fazer o que está certo não tem nada de emocional, não significa que tenhamos empatia ou sequer que esteja garantido que vamos ser percepcionados como líderes. Quantos de nós testemunhámos ou vivenciámos na primeira pessoa os dissabores de termos escolhido tão simplesmente fazer o que estava correcto ou o que correspondia ao nosso código pessoal de conducta?

Numa altura em que as organizações descobriram a “felicidade no trabalho”, que afinal o seu capital mais valioso são as pessoas e que estas precisam de ser respeitadas e vistas como “entidades próprias” numa relação horizontal de igual para igual, é chegado o momento de quando falamos em cultura organizacional falarmos também de código moral, de valores éticos e de brio profissional.

O que precisamos mais de uma organização? De “felicidade” em todo o seu esplendor inalcançável e abstracto ou de respeito por quem somos?

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