Profissional mais Pessoal

Estou de férias. Este facto só por si não significa que estou ausente do meu contexto profissional. A verdade é que apesar de estar de férias, hoje fui almoçar ao meu local de trabalho. Vamos lá compreender esta coisa de gostarmos do nosso empregador.

Talvez este acontecimento tenha despoletado interiormente outra reflexão, o estado de ausência permanente com que os recrutadores desempenham o seu papel no mercado de trabalho. Ou dito de outra forma, mandam uns emails aos candidatos, mas não querem ser incomodados, querem que os profissionais vão aos seus clientes, mas não querem dizer como correu (acho que se chama feedback!).

Quem me conhece sabe que não tenho uma presença disseminada nas redes sociais, mas apenas um Instagram. E às vezes até com “esse” a relação é conflituosa. A “coisa” da marca pessoal deve ser tratada com o respeito e expertise necessários e o Instagram foi o único que cumpriu esses critérios.

Ora, se um recrutador “ausente” não se dá a conhecer, não estabelece verdadeiros laços de confiança não se comprometendo com nada, muito menos com candidatos, então é altura de quebrar as regras convencionadas e tornar isto mais pessoal.

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