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Margarida Diogo Barbosa

Um blogue que aborda os recursos humanos numa perspectiva de todo.

03
Mai21

A propósito da liderança

The-Impact-of-Leadership-on-Organizational-Perform

Uma das minhas amigas, arquitecta num organismo público, contava-me um destes dias que se tinha oferecido para organizar e realizar algumas das responsabilidades da sua chefia directa. A sua oferta não tinha nada a ver com bondade ou sequer ingenuidade, mas porque ela sabia que ajudar a sua chefia num momento em que esta lhe parecia literalmente assoberbada com trabalho era uma forma de ajudar o grupo e contribuir para o bem-comum.

18
Mar21

Talento

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Um dia, uma das minhas melhores amigas pediu-me que ajudasse o marido a fazer o Curriculum Vitae. No fim, perguntou-me onde é que tinha desenvolvido tal talento* e eu simplesmente respondi-lhe que intuitivamente eu via onde é que as palavras deviam encaixar. Voltei a pensar nesse momento.

Embora tenha uma razão astrológica para enquadrar a minha mente que gira em torno das palavras, a verdade é que este post não é sobre Astrologia; nos últimos tempos tenho pensado muito sobre se de facto não tenho algo inato* para construir informação curricular e depois lembrei-me do quanto me sinto “miserável” e aborrecida quando penso que tenho de fazer o meu! Sim “casa de ferreiro, espeto de pau”.

05
Nov20

Ler é conhecimento. Conhecimento é poder.

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Cada vez que digo que as pessoas deviam ler mais e ver menos televisão não é porque esteja interessada em disseminar quaisquer teorias conspirativas acerca dos media, mas porque por experiência própria sei do que falo. Uma das minhas maiores motivações para ler tanto é porque acredito que quanto mais informação eu tenho menos preciso que pensem por mim e tomem decisões críticas sobre a minha vida e minha carreira. Conhecimento para mim é a chave de tudo na nossa vida!

Por outro lado, ler é fundamental para o meu sucesso como especialista de carreira, não apenas os livros com as tendências de paradigma, mas sobretudo no que diz respeito aos dados de mercado e dinâmicas empresariais que me permitem conhecem o ambiente à minha volta. E essa leitura dá-me a capacidade de ver mais além e com mais detalhe, sem cair nas respostas dogmáticas.
Hoje acabei de ler o meu 43º livro de 2020. Precisamente quando uma profissional se queixava no LinkedIn por não encontrar trabalho em Portugal porque não tinha cunhas.

Se esta profissional lê-se com mais frequência os dados estatísticos sobre o mercado de trabalho em Portugal perceberia por que motivo determinadas funções, em determinados segmentos parecem quase a travessia do deserto. 

11
Set20

A empatia

A empatia é demasiado valorizada. Por vezes parece que sofre da mesma enfermidade que a liderança, todos usam e ninguém sabe verdadeiramente para que serve. A “coitada” da empatia carrega nos seus ombros o peso da simpatia, do altruísmo, da generosidade, da sinceridade, e até nalguns contextos mais obscuros, da nossa autoconfiança.

Explicar a um profissional que a sua empatia é baixa é como dar uma má notícia, quase tão terrível quanto explicar-lhe que é uma pessoa impulsiva. E Deus nos livre de pessoas impulsivas, instáveis e sem capacidade de empatia pelo outro. Se tal facto fosse uma verdade universal eu já teria deixado esta profissão há muito, possuo pouca empatia e muita impulsividade. 

A empatia mais não é do que a nossa capacidade de nos identificarmos intelectual ou afetivamente com os outros ou com ideias. Se isto não ocorre com alguma frequência na sua vida pode querer apenas dizer que tem uma estrutura mental ou afetiva mais peculiar, diferente da maioria, nada que uma boa dose de abertura e confiança não resolvam.

02
Set20

Regresso de férias

Regresso de férias.

Numa rápida visita a uma loja de comércio local dei por mim a ajudar um desconhecido a escolher um polo. Na verdade, creio que a sua intenção era apenas que o ajudasse a escolher entre a versão branca e a versão cinzenta que já tinha pré-selecionado, mas quando lhe perguntei para que efeito era e me respondeu que era para ir a uma entrevista de emprego, eu disse-lhe que nenhum. Diz-me a experiência que mesmo para um português escolhas tão “insignificantes” como estas são difíceis e geradoras de alguma ansiedade.

Consegue imaginar o nível de insegurança ou dúvida quando se trata de um estrangeiro?

Para ele foi surpreendente e inesperada a escolha da cor, para mim foi mais um reminder do que é verdadeiramente o meu propósito e missão.

PS - “Escolhemos” um bordeaux clássico.

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