Quem não é visto, não é contratado

“Quem não é visto, não é contratado”, ali estava mais uma vez a passar pela minha timeline a infame frase que muitos conselheiros de carreira usam como apanágio para uma presença digital ou supostamente a justificação para que qualquer profissional queira desenvolver a sua marca pessoal como se fosse o elemento central da gestão estratégica da sua carreira.

Não pude deixar de pensar, o que significa ser visto? Nesta perspetiva, o que é preciso fazer para ser contratado? E será que algum departamento de recursos humanos (no seu perfeito juízo) só recruta quem é visto? E as funções de mercado que são escassas; esses profissionais também precisam de ser vistos? E os profissionais que não querem ser vistos, não podem ser contratados?

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Hotline do recrutamento

Estou a pensar em criar uma linha telefónica de valor acrescentado para ligar aos meus candidatos. Se só estão disponíveis para falar comigo às 20h, talvez faça sentido rentabilizar o meu tempo para além do meu horário de trabalho convencionado.

Parece-me, mas talvez eu perceba pouco disto, que um profissional que só se dispõe a falar com um recrutador à hora de jantar e em pleno horário convencionado para a vida pessoal tenha alguns traços marcadamente narcisicos…ou centrados apenas nos seus interesses.

Não interessa!